Artes Visuais

“Magu – Para ter de onde se ir”, fotografias de Natan Garcia

Exposição, na Theodoro Braga, revela a memória afetiva do artista

“Magu – para ter de onde se ir” é uma exposição que nasceu a partir da experiência visual iniciada em Cana Brava, povoado localizado nos municípios de Aguá Doce e Araioses, no Maranhão, um lugar que representa a memória afetiva do fotógrafo Natan Garcia. Ao revisitar o lugar em 2006, após doze anos de afastamento, o artista cearense (que vivem e trabalha em Belém) começa a construção de sua pesquisa e produção poética. O encontro com o lugar e seus cotidianos revela imagens presentes no território habitado pelos seus familiares, pelos moradores e a relação com a paisagem e com a natureza humana que o vivencia.

O título da exposição“Magu-Para ter de onde se ir”,faz referencia ao nome do rio que percorre e cruza toda a região, sendo um canal que costura as histórias do lugar, lugar este que passa a ser compreendido pelo artista como o espaço de retorno poetizado por Max Martins, em sua publicação “Para ter onde ir” que envolve, dentre outros o poema A Cabana. Revisitar o lugar passa a ser parte de seu mapeamento afetivo, um rememorar presente nos relatos dos moradores, da sua família, nos objetos, nas casas, nos percursos, lugares de ter de onde se ir. Assim, a exposição é formada a partir de três núcleos que envolvem cerca de 40 fotografias, que documentam o recorte dos últimos 7 anos deste intenso retorno.

A mostra está em exibição na Galeria Theodoro Braga (Centur), foi premiada no Edital Seiva de Pauta Livre deste ano e teve a curadoria de Heldilene Reale. A visitação segue até 02 de novembro, no horário de 9h às 18h (segunda a sexta), com entrada gratuita.

 

Serviço

De 03 de outubro - QUA

Até 02 de novembro - SEX

19h - 03/10 - Abertura

9h às 18h - Visitação - Seg à sex

Galeria Theodoro Braga

(Gentil Bittencourt, 650)

(91) 993814677

Grátis